| ARCIC
- Anglican / Roman Catholic International Commission
A ARCIC é fruto de uma decisão do Papa Paulo VI e do Arcebispo Anglicano
Michael Ramsey anunciada numa declaração comum durante o encontro dos
dois, em Roma em março de 1966.
Início dos trabalhos: 1967
Participantes: Teólogos Anglicanos e Católicos provenientes de diferentes
países.
Orientação tomada para os trabalhos: "descobrir a fé um do outro como
é hoje, e apelar à história somente para esclarecer e não para perpetuar
as controvérsias passadas" (Prefácio do Relatório Final).
Trabalho da Comissão: encontros freqüentes, em diferentes localidades,
para estudo de temas de interesse das duas comunidades.
Documentos publicados na Primeira Fase da ARCIC:
1971 Doutrina da Eucaristia
1973 Ministério e Ordenação O conjunto desses documentos
1976 Autoridade na Igreja I foi publicado, em 1981, com o
1981 Autoridade na Igreja II título Relatório Final
Documentos publicados na Segunda fase da ARCIC:
1986 Salvação e Igreja
1990 Comunhão Eclesial
1993 Vida em Cristo: Moral, Comunhão e a Igreja
1998 Dom da Autoridade: Autoridade na Igreja III
CONAC - Comissão Nacional Anglicano / Católica Romana, CNBB
Após conversações, a CONAC foi criada pela CNBB para acompanhar o diálogo
internacional entre as duas comunidades e para desenvolver esse diálogo
entre nós, aqui no Brasil.
Início dos trabalhos: 1982
Participantes e ritmo de trabalho: grupo de três a cinco membros
de cada uma das duas comunidades. Encontram-se em São Paulo, 5 a 6 vezes
por ano, nas igrejas ou residências dos participantes.
Trabalhos realizados:
- Tradução e estudo dos documentos publicados pela ARCIC
- Tradução do Relatório Final em versão popular.
- Publicação do livro Unidos no Diálogo: Anglicanos e Católicos
- Estudo de vários trabalhos sobre o Diálogo entre Anglicanos e Católicos
- Participação nos diferentes grupos do Movimento Ecumênico: CONIC,
MOFIC...
Nota: embora a CONAC reúna-se em São Paulo, o Diálogo entre Anglicanos
e Católicos existe também, informalmente, em outras cidades do país.
Consulta 2000 entre Bispos Anglicanos e Católicos Romanos
Após anos de diálogo teológico, as duas comunidades acharam importante,
nesse Ano Jubilar, rever a caminhada:
- o que foi até então realizado,
- onde estamos agora,
- onde vamos.
Data e local: 13 a 20 de maio de 2000, em Mississauga, no Canadá
Participantes: 13 bispos de cada comunidade, de diferentes países
do mundo: África do Sul, Antilhas, Austrália, Brasil, Canadá, Estados
Unidos, Índia, Inglaterra, Irlanda, Nigéria, Nova Zelândia, Papua Nova
Guiné, Uganda.
Participantes do Brasil:
- Igreja Anglicana: D. Glauco Soares de Lima, Primaz do Brasil, Bispo
de S.Paulo.
- Igreja Católica Romana: D. Antonio Celso Queiroz, Bispo de Catanduva
Documentos
publicados:
- Comunhão na Missão
- Plano de Ação para Implementar Comunhão na Missão
Comunhão
na missão
Declaração do Encontro de Mississauga, maio de 2000
Este encontro de bispos anglicanos e católicos romanos, procedentes
de treze países, convocado por Sua Eminência Edward Cardeal Cassidy
e Sua Graça Arcebispo George Carey aconteceu em Mississauga, perto de
Toronto, Canadá, de 14 a 20 de maio de 2000. O nosso encontro baseou-se
na oração e foi marcado por uma atmosfera de profunda amizade e comunhão
espiritual. Começamos no domingo do Bom Pastor, conscientes de nossa
vocação comum de pastores, com a responsabilidade de conduzir o povo
na esperança ativa de uma unidade na verdade e santidade conforme o
desejo de Nosso Senhor para sua Igreja.
Viemos juntos para tratar do imperativo da reconciliação e cura cristãs
num mundo perturbado e dividido. Tínhamos consicência, também, do fato
de que o povo cristão do mundo todo está celebrando dois mil anos do
nascimento de Jesus Cristo. Neste ano do Grande Jubileu, em que as Igrejas
estão atuando cooperativamente para a remissão de dívidas impagáveis
do Terceiro Mundo, estamos cientes da necessidade de deixar para trás
todos os déficits do passado com os quais nossas Igrejas têm sido sobrecarregadas,
a fim de entrar renovados no novo milênio, aprofundando a unidade e
a paz.
Neste encontro focalizamos, naturalmente, a relação especial entre a
Igreja Católica Romana e a Comunhão Anglicana como está expressa no
Decreto sobre Ecumenismo do Concílio Vaticano II. Também, reconhecemos
o progresso que foi feito em nossas relações com outros cristãos e renovamos
o nosso compromisso com a causa ecumênica com todas as Igrejas Cristãs.
À medida em que, diariamente, oramos e meditamos, juntos, sobre a Escritura
na Capela do Centro de Renovação Rainha dos Apóstolos, compreendemos,
mais uma vez, tanto o grau de comunhão espiritual que já temos compartilhado,
na riqueza de nossa herança litúrgica comum, como também a dor de nossa
incapacidade de participar, juntos, plenamente, na Eucaristia. Ouvindo
as experiências de diferentes regiões ficamos impressionados pela extensão
da colaboração inter-eclesial, particularmente, a ação comum pela justiça
social e o cuidado pastoral conjunto em que estão envolvidos os clérigos
e leigos anglicanos e católicos romanos. Observamos, com preocupação,
alguns problemas que a nossa desunião causa à missão da Igreja e reconhecemos
as oportunidades para um empreendimento compartilhado, que a nós se
apresentam para um serviço ao nosso mundo fragmentado. À medida em que
revisamos os resultados da Comissão Internacional Anglicana-Católica
Romana (ARCIC) apreciamos o expressivo grau, que já existe, de acordo
na fé. Isso nos alertou para uma séria obrigação de intensificar o processo
de recepção dos acordos em nível local.
No encontro, um ponto específico nos chamou a atenção. Durante os últimos
trinta anos, tornamo-nos familiarizados com o conceito de "grau de comunhão".
A despeito de nossas diferenças reconhecidas, temos regularmente afirmado
que participamos na comunhão fundamental de uma fé comum e um batismo
comum. Este grau de comunhão tem em si a promessa da plena e visível
comunhão para a qual Deus está nos chamando. Nossa experiência em Toronto
encoraja-nos a crer que atingimos um lugar novo muito significativo
em nossa jornada. Sentimo-nos compelidos a afirmar que nossa comunhão,
juntos, não mais deve ser vista em termos mínimos. Temos sido capazes
de discernir que ela não é apenas estabelecida formalmente pelo nosso
batismo comum em Cristo, mas, mesmo agora, é uma comunhão multifacetada
rica e vivificadora.
Chegamos a um senso mais claro de que estamos muito mais perto do alvo
da comunhão visível plena do que quando, no início, ousamos crer. Um
senso de mútua interdependência no corpo de Cristo, em que a Igreja
da Comunhão Anglicana e a Igreja Católica Romana são capazes de compartilhar
seus dons no exercício da missão conjunta no mundo.
Constatamos que há ainda diferenças e desafios não resolvidos que influenciam
ambas as Comunhões. Desafios que têm a ver com matérias como: a compreensão
da autoridade na Igreja, inclusive o modo como ela é exercida; a natureza
precisa da função futura do primado; Ordens Anglicanas; ordenação das
mulheres; questões morais e éticas. Embora as famílias inter-eclesiais
possam ser sinais de unidade e esperança, existe uma preocupação premente
sobre a necessidade de um cuidado pastoral conjunto. Às vezes, famílias
que vivem em situação inter-eclesial experimentam grande dor, particularmente,
na área da vida eucarística.
Entretanto, acreditamos que estes desafios não podem ser comparados
com tudo o que temos em comum. A comunhão constituída pelo que já compartilhamos
tem uma dinâmica intrínseca que, animada pelo Espírito Santo, nos impele
na direção de sobrepujar essas diferenças. Na verdade, tornamo-nos conscientes
de que abraçamos o que pode ser descrito não só como uma nova era de
amizade e cooperação, mas como um novo estágio de "koinonia evangélica",
isto é: uma comunhão de compromisso conjunto para com a nossa missão
comum no mundo (Jo 17.23).
As marcas deste novo estágio de comunhão em missão consiste em: nossa
fé trinitária fundamentada nas Escrituras e exposta no credo católico;
a centralidade de Cristo, sua morte e ressurreição, e o compromisso
com sua missão na Igreja; fé no destino final da vida humana; tradições
comuns na liturgia e espiritualidade; a vida monástica; compromisso
preferencial com os pobres e marginalizados; convergência na Eucaristia,
ministério, autoridade, salvação, princípios morais, e a Igreja como
comunhão como expressam os acordos da ARCIC; episcopado, particularmente
a função do bispo como símbolo e promotor da unidade; e funções respectivas
do clero e do laicato.
Acreditamos que agora é tempo oportuno para que as autoridades de nossas
duas Comunhões reconheçam e endossem este novo estágio através da assinatura
de uma Declaração Conjunta de Acordo. Esta exporia: nosso alvo de unidade
visível; reconhecimento que já alcançamos no consenso da fé e um compromisso
renovado de compartilhar, juntos, a vida e testemunho em comum. Nossas
duas Comunhões seriam convidadas a celebrar este acordo através do mundo.
À medida em que o nosso encontro prosseguia, ficávamos cada vez mais
conscientes de que, como bispos, nós mesmos temos a responsabilidade
de orientar, promover e energizar o trabalho contínuo da unidade em
nossas Igrejas. Dedicamo-nos inteiramente a essa tarefa. O nosso plano
de ação segue-se a esta declaração.
A primeira recomendação do nosso plano de ação é que se estabeleça uma
Comissão Conjunta de Unidade. Esta Comissão supervisionará o preparo
da Declaração Conjunta de Acordo e deverá promover e monitorar a recepção
dos Acordos da ARCIC, bem como facilitar o desenvolvimento das estratégias
da tradução do grau de comunhão espiritual, que tem sido alcançado para
resultados visíveis e práticos.
É importante esclarecer que este novo estágio em nossa jornada é apenas
um passo na direção da unidade plena e visível. A nossa visão de unidade
visível e plena é a da comunhão eucarística das Igrejas: confessando
uma só fé e demonstrando a riqueza da fé por sua diversidade harmoniosa;
unanimidade na aplicação dos princípios que governam a vida moral; servida
pelos ministérios que a graça da ordenação nos une num corpo episcopal,
enxertado na companhia dos Apóstolos e que é serviço da autoridade que
Cristo exerce sobre seu Corpo. O ministério da supervisão tem dimensões
colegiais e primaciais e sempre aberto à participação da comunidade
no discernimento da vontade divina. Esta comunidade eucarística sobre
a terra é uma participação na comunhão maior que inclui santos e mártires
e todos os que têm adormecido em Cristo através dos séculos.
Entretanto, a estrutura da unidade plena e visível está além de nossa
capacidade colocá-la em palavras. "Deus sempre nos surpreende" como
fomos lembrados numa meditação compartilhada: "Deus não pode ser compreendido
através de nosso sistema nem corresponder às nossas previsões positivas
ou negativas sobre o futuro… Em nossos esforços ecumênicos devemos ter
em mente que, um dia, esfregaremos os nossos olhos e ficaremos surpresos
com as coisas novas que Deus tem realizou em sua Igreja".
Plano de ação para implementar a comunhão na
missão
A. Comissão Conjunta de Unidade
COMPOSIÇÃO
A composição da Comissão deve ser predominantemente de bispos, a serem
designados pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade Cristã
e pelo Escritório da Comunhão Anglicana.
RESPONSABILIDADE
A Comissão Conjunta prestará contas ao CPPUC e à Comissão Permanente
Inter-Anglicana sobre Relações Ecumênicas
MANDATO
O mandato da Comissão incluirá as seguintes funções:
- Priorizar o trabalho em processo.
- Supervisionar a preparação da Declaração Conjunta de Acordo e planejar
a celebração da mesma.
- Promover e monitorar resposta e recepção formais das declarações de
acordo da ARCIC.
- Promover a coerência dos outros diálogos bilaterais em que anglicanos
e católicos romanos estão envolvidos.
- Examinar a amplitude dos meios possíveis, dentro das provisões dos
cânones vigentes, para tratar generosa e pastoralmente as situações
de casamentos inter-eclesiais, que envolvem anglicanos e católicos romanos.
- Explorar meios de comunicar os resultados do encontro de Toronto às
Províncias e às Conferências Episcopais não representadas.
- Comissionar produção de recursos (estudos bíblicos, vídeos, CD-Roms,
etc.) para auxiliar a divulgação do trabalho da ARCIC através das Igrejas.
- Encorajar as Províncias Anglicanas e as Conferências Episcopais Católicas
Romanas a identificar pessoas apropriadas para facilitar o estabelecimento
de CONACs onde não existem, relatando o trabalho da ARCIC ao seu povo
e estabelecendo a conexão do trabalho da CONAC com a ARCIC.
- Convidar um ou dois CONACs para estudar as implicações de nosso Batismo
comum nas funções dos homens e das mulheres na Igreja e partilhar os
resultados desse estudo em todos os níveis das Igrejas.
- Promover, localmente, a cooperação em vista da formação do clero,
educação e outras matérias pastorais.
- Promover a colegialidade através de:
>
encorajamento da participação dos bispos nos encontros de uns e de outros,
em
niveis internacional, nacional e local;
> encorajamento de encontro conjunto de bispos em nível de províncias
e confe
rências nacionais dentro de dois anos;
> exame de meios para assegurar consulta formal anterior à decisão
que uma Igreja toma, decisão que influiria na outra Igreja em matérias
de fé e moral, tendo-se em - - mente as declarações dos acordos da ARCIC;
planejamento para uma futura consulta de revisão dos bispos dentro de
cinco anos.
B."Follow Up" pelos Pares de Bispos
Os pares de bispos dos treze países presentes neste encontro se comprometem
a:
- Relatar, dentro de seis meses, os resultados deste encontro aos bispos
da provín
cia/conferência nacional dos bispos.
- Compartilhar esses resultados com o clero e o laicato em nível de
Igreja nacional e local.
C.ARCIC
A ARCIC é convidada a considerar os seguintes itens possíveis de agenda:
- elaborar um documento para relacionar todos os textos produzidos pela
ARCIC que seria um sumário e comentário coerentes sobre os documentos
até aqui produzidos. Os trabalhos elaborados para este encontro podem
formar a base desse trabalho.
- um estudo sobre o lugar da Maria na vida e doutrina da Igreja.
Urge que a ARCIC considere a possibilidade de reunir em um volume os
documentos e textos produzidos desde a publicação do Relatório Final
o que incluiria ensaios introdutórios e seleções de respostas relevantes
aos textos.
D. Conversas anuais informais
As Conversas Anuais Informais são um encontro da equipe do CPPUC e do
Escritório da Comunhão Anglicana, Palácio de Lambeth, Centro Anglicano
em Roma e os co-Presidentes da ARCIC. O próximo encontro em novembro
considerará como a Comissão Conjunta de Unidade e a ARCIC se relacionarão.
E.CPPUC e Escritório da Comunhão Anglicana
As equipes destes escritórios explorarão a publicação, em forma de livro,
de trabalhos apropriados, apresentações, sermões, a liturgia Celebração
Comum do Batismo e outros documentos deste Encontro dos Bispos Anglicanos
e Católicos Romanos.
Mississauga, 19 de maio de 2000.
Mensagem ao Povo de Deus
Eu vim para que tenham vida e vida em abundância ( Jo. 10,10)
No amor misericordioso de Cristo, Bom Pastor, reunimo-nos, Bispos da
Igreja, Anglicanos e Católico-Romanos, para prosseguir no diálogo que
tem aproximado nossas Comunidades, tanto em nível nacional como internacional.
Sentimo-nos movidos pela vontade de nosso Mestre e Pastor a percorrer,
com humildade e confiança, o caminho da reconciliação para testemunhar
à humanidade de nosso tempo o Evangelho da Vida, dignidade e esperança.
Colocando-nos diante do Senhor em atitude de penitência e busca de Seu
perdão, durante dois dias, em oração e reflexão, procuramos na convivência
fraterna, partilhar a experiência da vida em Cristo, uma melhor compreensão
da autoridade como serviço à Igreja e definir algumas diretrizes de
ação conjunta.
É nosso entendimento que o Movimento Ecumênico se nutre do testemunho
da solidariedade do Bom Pastor para com quem, de alguma forma, é lesado
em sua dignidade ou excluído do banquete da vida. Desse entendimento
nasce o compromisso comum de serviço à restauração e à promoção da dignidade
humana e da paz.
Com humildade, desejamos oferecer nossa experiência de encontro fraterno
como incentivo à busca permanente da Unidade do Povo de Deus. O diálogo
entre as Igrejas vai nos transformando em mensageiros de esperança para
mulheres e homens de nosso tempo.
No clamor da humanidade, que sofre os males decorrentes do atual modelo
de economia globalizada, sentimos a urgência da missão de proclamar,
em atos e palavras, o senhorio de Deus que nos compromete com a preservação
da integridade da criação e a realização da pessoa humana em comunhão
e solidariedade
A todos, irmãs e irmãos, desejamos a Paz e todo o Bem no Senhor Jesus
.
|
BISPOS ANGLICANOS |
BISPOS
CATÓLICOS - ROMANOS |
Dom
Almir dos Santos
Diocese Anglicana de Brasília |
Dom
Agostinho Stefan Januszewicz
Diocese de Luziânia - GO |
Dom
Celso Franco de Oliveira
Diocese Anglicana do Rio de Janeiro |
Dom
Antônio Celso de Queiroz
Diocese de Catanduva - SP |
Dom Glauco Soares de Lima
Diocese Anglicana de S. Paulo |
Dom Antonio Muniz Fernandes
Diocese de Guarabira - PB |
Dom Jubal Pereira Neves
Diocese Sul-Ocidental |
Dom
João Oneres Marchiori
Diocese de Lages - SC |
Dom
Naudal Alves Gomes
Diocese Sul-Ocidental - Bispo Auxiliar |
Dom José Ivo Lorscheiter
Diocese de Santa Maria - RS |
Dom Orlando Santos de Oliveira
Diocese Meridional |
Dom
José Mário Stroeher
Diocese do Rio Grande - RS |
Dom Robinson Cavalcanti
Diocese Anglicana de Recife |
Dom
Mauro Morelli
Diocese de Duque de Caxias - RS |
Dom Sebastião A. Gameleira Soares
Diocese Anglicana de Pelotas |
Dom
Reinaldo Ernst E. Heribert Pünder
Diocese de Corootá - MA |
Dom Sumio Takatsu
Bispo Emérito
|
|
São Paulo, 22 de março de 2001.
|